Respondendo ao colega Ari Rocha.
...
Creio que teremos que definir estratégias para implementar um tipo de esforço coordenado, que permita ‘chegar às pessoas mais simples’. Aquelas que normalmente não têm –historicamente-- interessado aos arquitetos, até porque não pertencem ao estrato social que contrata nossos serviços...
Ari, esse é o ponto. Se o CAU pretende fiscalizar o exercicio profissional, legal e ilegal, toda vez que alguém empilhar um tijolo ou abrir um saco de cimento, deveria lembrar que, como nos remédios, existem doses certas e incertas ( em termos de resultados), e que geram consequencias favoráveis e desfavoraveis ( em termos de conforto, desperdicios, etc).
Que legal seria disponibilizar mensagens para que a população desinformada em construção entendesse que existe um alfaiate da construção que pode evitar faltas e sobras (no caso do alfaiate, panos, e no caso do arquiteto, materiais), e que com o conhecimento técnico e com custos modestos, ele conseguiria ter qualidades ( conforto térmico, ergonomia, economia de energia) e evitar defeitos ( vazamentos, umidades) na sua obra, e de quebra, com os mesmos materiais, mas escolhendo formatos, cores e tons numa visão conjunta, poderá ter a aparencia de uma edificação com a expressão do dono ou da atividade que desenvolve em seu interior.
Assim como nos remédios ( brincadeira) o cimento deveria ter tarja vermelha, exigindo-se a receita ( no caso, o projeto aprovado) para justificar o seu uso. Assim como nos maços de cigarro ( brincadeira), o saco de cal ou lata de tinta, deveria ter um aviso para evitar o mal uso dos materiais. Falando sério, um "projeto" de divulgação tipo educativa poderia contar com o apoio de muitas empresas que gostariam de se difetenciar pela qualidade de seus produtos em ambientes de melhor qualidade urbana.
Mario Yoshinaga
Nenhum comentário:
Postar um comentário