Claudia e Lucas, bom dia.
Claudia consegue olhar o horizonte mais distante, com a esperança de ver os arquitetos unindo-se em prol dos interesses da categoria profissional.
O Carlos Lucas conseguiu em MS montar uma chapa dos excluidos, como costumo dizer, quando algumas pessoas que se arvoram donos do CAU, tentam ( e às vêzes conseguem) se eleger com manobras conhecidas como conchavos. Nesses conchavos prevalecem os interesses particulares e com tal objetivos em mente, só podem ocorrer discussões com argumentos de pobre conteúdo, caindo para as pobrezas das ofensas. Essas posições que defendem o indefensável, como o de direito adquirido, de tradição, de fidelidade partidaria, sindical ou grupal, de compromissos políticos feitos em salas fechadas e na calada da noite, como o ocorrido em MS com o empenho do Sindicato ( leia-se Angelo Arruda), é realmente preocupante. Preocupa-nos, essa rede de interesses indefensáveis ( pelo menos para os arquitetos fora desses conchavos) à nível nacional, que resultou nas mais de uma dezena de Chapas Unicas, formadas às vêzes na base da exclusão, tentativas de impugnação, desinformação e outras ações bem conhecidas das eleições abertas. Sempre utilizando-se de conhecimentos de manobras politicas aprendidas ao longo de décadas de convivência com os profissionais do poder, as entidades profissionais estão tomadas por grupos que se revezam na direção por uma ou mais décadas. Isso precisa ser dito hoje.E importante que se diga isso hoje, pois o CAU não é uma OnG, do tipo IAB, AsBEA, etc. onde se associa quem quer, e paga quem quer, e não fica sujeito às penas da Lei quem não se registrar e pagar pelos serviços fiscalizadores. No CAU não existe opção para os arquitetos, a não ser o CAU. Daí que a escolha dos direigentes do CAU deve ser cuidadosa, e nada indica que os que lutaram para aprovar o CAU não são seus donos, apesar do reconhecimento e o agradecimento de todos os arquitetos.
Se observarem, na Lei do CAU não é preciso pertencer a nenhuma entidade para que o arquiteto se candidate a conselheiro. Não tem o QI-Quem Indicou, não tem o apadrinhamento, a troca de favores, os compromissos polticos de grupos, grupinhos e outros que tais. O ACESSO É LIVRE no CAU!!!! Portanto, o fato dos arquitetos pertencerem a SIGLAS, como IAB, Abab, etc. é desvinculado de candidaturas.
A Chapa 2 de canditatos ao CAU-SP, que se apresenta como a chapa das SIGLAS, não corresponde a nenhuma condição prevista na Lei 12.378 que criou o CAU, se o candidato pertence ao alguma Associação, tudo bem, mas isso não é EXIGÊNCIA nem relevancia.
Carlos Lucas, Deborah e todos os integrantes da Chapa 1 do MS , parabéns por interpretar a Lei do CAU devidamente, e de fazer valer os seus direitos DEMOCRÁTICOS!!!
Mario Yoshinaga
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