segunda-feira, 24 de outubro de 2011

CAU - TROCA DE SENHAS

informações sobre troca de senha - CCEARQ:



é ou não obrigatória a troca da senha? NÃO É OBRIGATÓRIA A TROCA DA SENHA.

até quando a senha poderá ser trocada? ATÉ DIA 25/10.

a opção de trocar é do eleitor? SIM.

a auditoria não tinha tornado a troca obrigatória? EM UM PRIMEIRO MOMENTO, SIM. DEPOIS CONVENCEU-SE DE QUE A TROCA POR OPÇÃO, COMO PREVISTO DESDE O INÍCIO, NÃO COMPROMETIA A SEGURANÇA.

COMUNICADOS DA CCEARQ NÃO TRATAM DA OBRIGATORIEDADE DE TROCA DE SENHA.



att.

Gislaine Saibro

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

CAU E CULTURA POPULAR

Respondendo ao colega Ari Rocha.

...
Creio que teremos que definir estratégias para implementar um tipo de esforço coordenado, que permita ‘chegar às pessoas mais simples’. Aquelas que normalmente não têm –historicamente-- interessado aos arquitetos, até porque não pertencem ao estrato social que contrata nossos serviços...

Ari, esse é o ponto. Se o CAU pretende fiscalizar o exercicio profissional, legal e ilegal, toda vez que alguém empilhar um tijolo ou abrir um saco de cimento, deveria lembrar que, como nos remédios, existem doses certas e incertas ( em termos de resultados), e que geram consequencias favoráveis e desfavoraveis ( em termos de conforto, desperdicios, etc).
Que legal seria disponibilizar mensagens para que a população desinformada em construção entendesse que existe um alfaiate da construção que pode evitar faltas e sobras (no caso do alfaiate, panos, e no caso do arquiteto, materiais), e que com o conhecimento técnico e com custos modestos, ele conseguiria ter qualidades ( conforto térmico, ergonomia, economia de energia) e evitar defeitos ( vazamentos, umidades) na sua obra, e de quebra, com os mesmos materiais, mas escolhendo formatos, cores e tons numa visão conjunta, poderá ter a aparencia de uma edificação com a expressão do dono ou da atividade que desenvolve em seu interior.
Assim como nos remédios ( brincadeira) o cimento deveria ter tarja vermelha, exigindo-se a receita ( no caso, o projeto aprovado) para justificar o seu uso. Assim como nos maços de cigarro ( brincadeira), o saco de cal ou lata de tinta, deveria ter um aviso para evitar o mal uso dos materiais. Falando sério, um "projeto" de divulgação tipo educativa poderia contar com o apoio de muitas empresas que gostariam de se difetenciar pela qualidade de seus produtos em ambientes de melhor qualidade urbana.
Mario Yoshinaga

terça-feira, 18 de outubro de 2011

CAU - QUALIDADE URBANA - http://www.myfuncity.org

Certamente a inclusão do ficha limpa é um gigantesco avanço para a democracia e para o desenvolvimento de nosso município.

O engajamento dos munícipes também é condição fundamental para o desenvolvimento sustentável de qualquer cidade e região.

Por isso aproveito a oportunidade para complementar esta rica discussão apresentando uma ferramenta incrível chamada MYFUNCITY.

O MYFUNCITY é uma rede social privada, de interesse público, que visa estabelecer um canal direto com quem pensa, discute e formula políticas públicas nas cidades. Ele permite que se meça em tempo real as condições da região em que o usuário se encontra, e disponibiliza os dados com a mesma rapidez. Basta criar uma conta e começar a opinar sobre os doze principais aspectos que regem a qualidade de vida e bem estar social nas cidades (onde a pessoa se encontra), fazer comentários e registrar fotos.

É possível verificar quem avaliou quesitos na mesmoa região, a média local, e comentar nas avaliações de outras pessoas.

Nunca foi tão fácil a comunicação entre Cidadãos e Poder Público. Ferramentas com essa, associadas a políticos de qualidade moral e técnica são uma receita exelente para o desenvolvimento de nossa região.

Vale a pena acessar e divulgar: http://www.myfuncity.org

Abraços fraternos,

Alexander Van Parys Piergili
+55(12) 9715-9134
Skype: alexvpp

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

CAU E DEBATE DE CHAPAS PARA O CAU

Respondendo ao colega do COSU, Iran Taborda Dudeque

Obrigado pelo "amigo", a critica fica mais cordial.
Disputa eleitoral é isso, mas pelo que vc mesmo constata, faço tudo às claras. O Ronald não saiu de sua área, SP, e no facebook tenho mais informações do que aconteceu no debate das 2 chapas em RO, democratica, civilizada e produtiva. Vc deve ter visto nos e-mails que o Renato Melheim convidou a chapa 2 para um debate em SP, mas parece que preferem ir a coqueteis no Instituto Tomie Ohtake, com o patrocinio do Arq bacana e acentuar a imagem do IAB elitista que querem levar para o CAU. Se essa chapa tem pouco dinheiro hoje, imagine quando tiverem os 30 milhões do CAU! Aliás, o nosso colega da Chapa 1 Cau Com Todos, Victor Chinaglia desafiou o Gilberto Belezza, Lucio Gomes Machado e Rosana Ferrari para um debate também, 3 contra 1, mas não sei no que deu.
Tudo bem, se eu estou circulando por aí, pois sou convidado e gosto de conhecer novos locais, cultura e pessoas, e essa viagem foi um encontro muito legal, almoço caseiro na casa do Luiz, debate no auditorio do Crea-RO, sem coffee-breaks ou serviços de buffet, mas com muito interesse de cerca de 100 pessoas presentes. O presidente do Crea-RO assistiu a minha palestra, e fiquei muito honrado. Agradeço aos colegas de Rondonia pelo que pude aprender com eles.
Mas eu circulo bem visível. O Haroldo prometeu ao Luiz que iria a Rondonia, depois cancelou, depois disse que iria e depois cancelou de novo, mas ele não diz por onde está circulando, assim como faz o pessoal ligado ao sindicato. Mas, isso é uma questão deles, que transitam pela moita, como dizem no interior de SP.
Mario Yoshinaga

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

CAU - EXEMPLO DE COPENHAGUE

Que noticias agradaveis SOBRE COPENHAGUE, Dinamarca para nós arquitetos e urbanistas.

Precisamos de mais Natalias, também correndo pelo interior do Brasil e levantando fatos positivos de qualificação urbana. Tudo isso poderá embasar futuras propostas para o nosso CAU, preferencialmente em trabalho conjunto com o IAB. Vamos também conhecer os nossos profissionais que atuam em cidades do interior dos estados, alguns deles com grande proximidade com o Poder publico e privado, mas atuando isoladamente, às vezes com resultados muito positivos, mas dificilmente divulgados, pois são eclipsados ( luz) ou mascarados ( som) pelos trabalhos dos grandes escritorios, estes sim, próximos ao poder economico e politico que funcionam como patrocinadores de formas generosas, permitindo que prédios se transformem em esculturas. Muitos talentos ficam no virtual, nos sonhos, nos desejos, por falta de oportunidade. Até mesmo os concursos públicos, que eu defendo pessoalmente, tem a falha de precisar de tempo e dinheiro para participar, e tenho certeza que isso é motivo de exclusão de pelo menos 80% dos arquitetos. Infelizmente, isso faz parte do mundo dos arquitetos, que na historia mostra, nos grandes projetos, a presença, ou de patrocinadores ( pais ricos, influencia politica, relacionamento social com a classe rica, quem indicou, etc) ou de recursos proprios, de família ( arquitetos fazendeiros, arquitetos empreiteiros, etc), que dificulta o acesso dos simplesmente diplomados, que não tem algum recurso facilitador que impulsione sua carreira.

Como disse o colega Joao Withaker num de seus artigos, a importancia dada à arquitetura de autoria, portanto de escritorios de profissionais liberais, ou até mesmo de arquitetura de grife, desmerece a produção de muitos projetos de qualidade, muitas vezes sem um UNICO autor, mas elaborado por equipes, assim como de projetos de pequeno porte, corretos, aliás, corretíssimos, feitos por profissionais SIMPLESMENTE COMPETENTES.

Talvez por uma questão de rotina de pensamento, os articulistas procuram sempre UM autor para os projetos, quando isso nem sempre acontece. Minha propria vida profissional demonstra o quanto eu contribui para solucionar e contribuir para que projetos de autoria fossem concluidos à contento, e depois apresentados como sendo de total concepção do AUTOR, ou dono do escritorio, eventualmente permitindo que sua equipe fosse mencionada. Mas colocar que esses projetos foram produtos de trabalho de equipe, jamais.

Participei também de grandes projetos em equipes de várias especialidades, cada uma delas absorvendo vários meses, vários anos de projeto e de supervisão de obras, em que o autor ficou sendo simplesmente a empresa de projetos.

Voltando as cidades ideais, temos a esperança de que no CAU os arquiteto possam estar mais proximos uns dos outros, com menos diferenças e mais sentimentos corporativos de uma grande familia de profissionais, e que os aspectos urbanos sejam focalizados com mais intensidade. As nossas cidades foram abandonadas pelos urbanistas, e estão hoje visivelmente desperdiçantes, poluentes, inseguras, desorganizadas e por que não dizer, feias e desagradaveis. Os politicos fecharam os departamentos de urbanismo em muitas cidades pois as propostas de obras que produziam para as cidades lhes pareceram incomodas e limitantes para as ambições dos politicos. Estes, optaram por adotar os projetos das empreiteiras que combinavam ganhos politicos e de dinheiro para todos em formas variadas de pagamento e recebimentos.

A visão de cidades ideais, para os empreiteiros e politicos, nessas condições, fica bem distante das Dinamarcas, lembrando que os politicos na Dinamarca nem sempre tem carros oficiais e despesas pagas pelo estado, e seus salários não diferem dos niveis salariais de funcionários públicos de carreira.

Daí que é importante que tenhamos muitas Natalias para nos informar onde estão as qualidades urbanas produzidas por inumeros profissionais simplesmente competentes, além, é claro, dos urbanistas de fama, portanto super competentes, e contar como conseguiram driblar essas barreiras das ambições políticas.

Mário Yoshinaga

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

CAU - CAU

Colega Haroldo,

Temos concordancias e discordancias na vida e prezo essa liberdade de pensamento e de convicções. Tenho opiniões que mudam, outras que permanecem ao longo do tempo, na medida que me informo melhor, em muitos casos buscando na fonte primária. Em alguns casos, conversei com pessoas que formaram chapas unicas, e até me desculpo pelo equivoco por incluí-los nessas considerações, como a de puro conchavo na formação dessas chapas unicas. E me desculpo em relação aos colegas que me explicaram da dificuldade de formar essa unica chapa, por razões diversas, mas principalmente pelo fato grave do desinteresse dos arquitetos em participar de associações de classe. Esse desinteresse não pode, na maioria dos casos, ser identificado como alienação dos colegas aos assuntos do interesse profissional, mas lembrando a história, observamos que várias associações profissionais reuniram fatos decepcionantes, de promessas descumpridas e de mesmices e omissões que foram muito prejudiciais, tornando-os incrédulos em relação a associações e, geral. Para muitos, essa posição de distanciamento das associações profissionais teve como motivo a falta de acesso doa arquitetos às decisões no conselho, o crea, da qual participaram desde que se conhecem como profissionais, desde o dia em que trouxeram um diploma de uma escola de arquitetura e simplesmente trocaram por um registro profissional, apesar de sabermos de longa data que estudar 5 anos, especialmente em cursos noturnos de 3 a 4 horas diárias, cheios de atividades complementares e outras fugas de salas de aulas, não significa capacidade profissional. O Crea vive essa angustia por décadas, e por isso prepara a resolução 1010 de atribuições, para ver se as universidades melhorem seus cursos. O CAU perdeu a oportunidade de ter uma forma de registro diferente.

Ainda, os arquitetos vivem o clima de decepcionados, e nem mesmo com a criação do CAU não se entusiasmam em participar de seu proprio destino. Esse pode ter sido o motivo de formação de chapas unicas em alguns estados. Porém, sei de chapas que foram formadas como já relatei, e isso deveria ser condenado por todos, inclusive por você, que se manifestou várias vezes a favor da conduta etica nas eleições.

A eleição nos estados dirá se tenho ou não razão quanto a manipulação, inevitável desde que haja manipuladores.

O nosso CAU é uma autarquia, como o Crea. E eleições em creas já conheço por várias decadas, em alguns casos, convivendo com os conselheiros, diretores e presidentes. E o Crea é a historia que pode se repetir no CAU, embora com condução diferente das eleições. Tivemos diretorias competentes e incompetentes, ora com bom dinheiro em caixa, ora sem dinheiro para pagar o 13o. salário dos funcionários.

Convido-o e aos meus colegas, a imaginarem uma chapa unica para o congresso nacional, e quanto aos aspectos positivos e negativos dessa condição, onde tudo o que se quizer já seria pré-aprovado, como aconteceu com a eleição deles. Nenhuma oposição, ninguém para siquer comentar o que aconteceu entre as quatro paredes e corredores, sem discussões, sem justificativas maiores.

Tenho minhas duvidas quanto as vantagens para os eleitores que apenas referendaram algo decidido.

Quanto as minhas concordancias, o proprio forum é testemunha do que apoio e defendo.

Mario Yoshinaga

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

CAU E IAB

Claudia, bom dia e boa semana.

Como já coloquei anteriormente, sou da opinião de que o CAU deva ter um relacionamento estreito e complementar com o IAB e outras entidades. O CAU deverá apoiar o IAB financeiramente nas atividades culturais e estabelecer convenios para isso. Por se tratar de um relacionamento entre Autarquia e OnG, o IAB deverá se preparar legalmente para isso, apresentando a competencia, transparencia e objetivos para cumprir os conveniados e dar continuidade.

Mas isso precisa amadurecer. No momento, apenas sei que isso é possível, mas como em todos os convenios, será preciso haver concordancia de ambas as partes, o que dependerá dos resultados das eleições dessas partes envolvidas.

Mario Yoshinaga

domingo, 2 de outubro de 2011

CAU E A DEMOCRACIA DOS ARQUITETOS

Claudia e Lucas, bom dia.

Claudia consegue olhar o horizonte mais distante, com a esperança de ver os arquitetos unindo-se em prol dos interesses da categoria profissional.

O Carlos Lucas conseguiu em MS montar uma chapa dos excluidos, como costumo dizer, quando algumas pessoas que se arvoram donos do CAU, tentam ( e às vêzes conseguem) se eleger com manobras conhecidas como conchavos. Nesses conchavos prevalecem os interesses particulares e com tal objetivos em mente, só podem ocorrer discussões com argumentos de pobre conteúdo, caindo para as pobrezas das ofensas. Essas posições que defendem o indefensável, como o de direito adquirido, de tradição, de fidelidade partidaria, sindical ou grupal, de compromissos políticos feitos em salas fechadas e na calada da noite, como o ocorrido em MS com o empenho do Sindicato ( leia-se Angelo Arruda), é realmente preocupante. Preocupa-nos, essa rede de interesses indefensáveis ( pelo menos para os arquitetos fora desses conchavos) à nível nacional, que resultou nas mais de uma dezena de Chapas Unicas, formadas às vêzes na base da exclusão, tentativas de impugnação, desinformação e outras ações bem conhecidas das eleições abertas. Sempre utilizando-se de conhecimentos de manobras politicas aprendidas ao longo de décadas de convivência com os profissionais do poder, as entidades profissionais estão tomadas por grupos que se revezam na direção por uma ou mais décadas. Isso precisa ser dito hoje.E importante que se diga isso hoje, pois o CAU não é uma OnG, do tipo IAB, AsBEA, etc. onde se associa quem quer, e paga quem quer, e não fica sujeito às penas da Lei quem não se registrar e pagar pelos serviços fiscalizadores. No CAU não existe opção para os arquitetos, a não ser o CAU. Daí que a escolha dos direigentes do CAU deve ser cuidadosa, e nada indica que os que lutaram para aprovar o CAU não são seus donos, apesar do reconhecimento e o agradecimento de todos os arquitetos.

Se observarem, na Lei do CAU não é preciso pertencer a nenhuma entidade para que o arquiteto se candidate a conselheiro. Não tem o QI-Quem Indicou, não tem o apadrinhamento, a troca de favores, os compromissos polticos de grupos, grupinhos e outros que tais. O ACESSO É LIVRE no CAU!!!! Portanto, o fato dos arquitetos pertencerem a SIGLAS, como IAB, Abab, etc. é desvinculado de candidaturas.

A Chapa 2 de canditatos ao CAU-SP, que se apresenta como a chapa das SIGLAS, não corresponde a nenhuma condição prevista na Lei 12.378 que criou o CAU, se o candidato pertence ao alguma Associação, tudo bem, mas isso não é EXIGÊNCIA nem relevancia.

Carlos Lucas, Deborah e todos os integrantes da Chapa 1 do MS , parabéns por interpretar a Lei do CAU devidamente, e de fazer valer os seus direitos DEMOCRÁTICOS!!!

Mario Yoshinaga

sábado, 1 de outubro de 2011

CAU NÃO É CREA !!

Parece óbvio, mas vale lembrar. Alguns arquitetos me telefonam sem saber o que fazer com as senhas que estão recebendo para a eleição do CAU.
Há um desinteresse, misto de alienação dos nossos colegas arquitetos. Não deveria. Sim, não deveria, justamente porque o CAU não é o Crea. Vou explicar, se me permite, e é rapidinho.
Ainda hoje, desde a sua criação, a única maneira de ser conselheiro do Crea é preciso que o engenheiro ou arquiteto, agronomo e técnico seja indicado por alguma entidade profissional. É um acesso indireto.
No CAU, o acesso é direto.
Pela Lei 12.378 que criou o CAU, qualquer arquiteto pode se candidatar a conselheiro. Contudo, as entidades profissionais ( leia-se CBA - Colegio Brasileiro de Arquitetos) decidiram que as inscrições só pudessem ser feitas por chapas. Não é o que prevê a Lei do CAU, pois a candidatura por chapas é uma forma de dificultar o acesso de QUALQUER arquiteto ao conselho. QUALQUER Arquiteto, sem restrições. Sem precisar pertencer a associações, sindicatos, escolas grupos ou indicações de quem quer que seja.
Como seriam as eleições sem essa imposição de ser por chapas?
Imagine. Você se candidata, individualmente. Só você. Faz sua campanha, obtém o apoio de colegas de escola, colegas do trabalho, amigos, que por sua vez divulgam a sua candidatura, e no dia da eleição, obtém um significativo número de votos, classificando-se entre os mais votados e portanto eleito para as vagas disponiveis.
Um outro candidato, que reuniu um grupo de funcionários públicos, conseguiu os votos de funcionários, tornando-se um representante deles. Os aposentados na ativa também conseguiram eleger um representante. Nenhum deles precisou pertencer a nenhuma entidade formada exitente.
Esses eleitos terão, como na Camara de vereadores, deputados, etc. que conviver, debater e decidir os destinos do CAU durante o periodo da gestão para a qual foram eleitos.
É isso!
Democracia! Sem donos do CAU! Sem os profissionais da politica das entidades.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CAU - IMPUGNAÇÕES E MANOBRAS POLITICAS

Chapas para a eleição do CAU - MS.

Carlos Mali, que vergonha, aliás, falta de vergonha do SindArq, provavelmente com o Angelo Arruda trabalhando na retaguarda e manobrando para que em MS também a eleição se limitasse a montagem de uma chapa unica utilizando-se dos metodos tradicionais que ele bem conhece e se mantem na árvore do sindicato, pulando de galho em galho a cada gestão.

Os sindicalistas vivem disso. E não me surpreende que tenham conseguido em 17 estados a inscrição de chapa unica, (exceto aquelas onde houve um completo desinteresse pela eleição), enfim a já conhecida alienação da nossa categoria, com uma baixa estima lamentável.

Lamentável, não em relação aos profissionais, mas às condições em que foram jogados pelo sistema comercializado de ensino privado das escolas superiores, que visam atender ao minimo as exigencias do MEC, já bastante reduzidas e notoriamente insuficientes para a formação minima de um profissional arquiteto. Uma vergonha.

Mais vergonhosa é a existencia de colegas que representam as entidades de ensino que fazem o papel aparente de representar os professores mas na verdade são meros defensores dos donos de escola.

Em várias chapas unicas conseguidas nas chapas inscritas, pode-se dizer que a mão do sindicato está bem presente, e estão já cantando vitoria antes das eleições.

Há pouco, fui apresentado a um arquiteto que integra uma dessas chapas unicas, e ele se apresentou como conselheiro superior do CAU... embora a eleição ainda não tenha acontecido... e que arrogancia, para quem está chegando lá na base de cochavos e desdenhando o processo eleitoral com a certeza de ser uma farsa de uma eleição que passa a ser um mero referendo.

Gente, deu vontade de gritar para os colegas desses estados para que reajam a essa manobra pelo poder. E que irá colocar na direção dos CAUs estaduais verdadeiros politicos profissionais que vivem de ocupar posições apenas para desfrutar as benesses das verbas de representação e diárias e outros dinheiros.

Dinheiros para gastar em participações em reuniões pelo Pais e de eventos pelos 4 cantos do mundo. Agora mesmo isso está acontecendo debaixo do nosso nariz. Por exemplo, o Congresso da UIA, onde os conhecidos criticos do CONFEA, que são a FNA, IAB e ABEA, nas pessoas do Jefferson Salazar, Gilson Paranhos e José Antonio Lanchotti, lá estão.

Cada um deles está gastando R$32.000,00 nessa viagem a Tokyo, cujo tema é Tokyo 2025, mais para urbanismo, e que nenhum deles tem muito a ver com isso.

Muito dinheiro, com aprovação direta das despesas pelo presidente do Confea, Marcos Tulio que tanto criticam e difamam, mas aceitam esse privilegiado e polpudo dinheiro. Incoerentes, para dizer pouco.

É essa gente que em grupo ( para não usar outro termo de agregação) querem tomar por chapas unicas ( a unica maneira de ganhar as eleições, fugindo das competições) e já tem em mãos um bom numero de votos de conselheiros federais, um deles esse arrogante personagem mencionado anteriormente. Já tem até um colega cochichando-se como o presidente do CAU-BR. Gente! Ainda estamos começando a distribuir as senhas e já temos o presidente do CAU-BR, assim como vários conselheiros estaduais, conselheiros federais e presidentes de CAU estaduais. Afinal, que eleição é essa, e que bela mostra de democracia! Milharesd e arquitetos vão simplesmente ter que engulir essa manobrada situação e impotentes para reagir?

Faço uma sugestão para os colegas que estão hoje com a senha e só podem votar numa unica chapa que não escolheram, e tem sérias dúvidas sobre os candidatos, e que não lhe deram chances de montagem de competidores.

VOTEM EM BRANCO!! Quem sabe com mais de 50% dos votos em branco ou nulos vcs consigam mostrar o descontentamento com tais politicagens. Quem sabe, o recado seja tão forte que provoque outra eleição, mais democratica, mais acessivel, mais perto do dia-a-dia da maior parte dos arquitetos deste País.

Mario Yoshinaga

CAU - ACIMA DAS CHAPAS... OS ARQUITETOS

Carlos, Deborah, Dirceu e colegas do MS, desejo-lhes sucesso na campanha. Parabéns, desde já por colocar o MS na lista dos Estados que os arquitetos procuraram se informar e decidiram democraticamente concorrer às eleições em pé de igualdade com outros colegas, ao constatar a inviabilidade de compor objetivos diferentes dos candidatos.

Nada mais natural. Ao constatar divergencias e obstrução ao acesso a ambientes politicos, deve-se manter a integridade das idéias e compor outros grupos. Afinal, após as eleições, conforme determina a Lei do CAU, um grupo de conselheiros será formado de acordo com a proporcionalidade de votos conseguidos pelas chapas. Desde já, pode-se prever que os primeiros das listas das chapas serão eleitos, e que o bom senso, a praticidade e o respeito aos colegas meramente registrados e fora do Poder do CAU, deveria levar a pontos básicos, e porque não dizer "emergenciais" da nossa profissão. O cenário que gostariamos de ver, logo após o encerramento dos resultados da votação, será de uma confraternização, pois mais importante que as diferenças de ideias deve predominar as carencias que os arquitetos vivem profissionalmente, especialmente por falta de diretrizes claras e as devidas observancias legais existentes, muitas vezes ignoradas e permitindo-se impunidades de ações na arquitetura e urbanismo.

Existe uma carencia enorme na área de urbanismo que esperamos haver convergencia de ideias dos candidatos e de eleitos de ambas as chapas. E problemas de urbanismo, sem duvida alguma, implica em inadequações de gestão, de vontade politica e de problemas ainda maiores de desprezo ao planejamento urbano facilitando o uso desperdiçante e ineficiente dos recursos publicos. É gritante, e nenhuma chapa que tenha como foco a valorização profissional deve ignorar a necessidade de que as obras publicas tenham especial atenção, e os governos devem ser pressionados fortemente para que adotem o projeto executivo para as licitações, nem que para isso tenha-se que mobilizar todos os CAUs para isso, além de outras entidades, como a OAB e OnGs de moralização da gestão publica. A chapa que mostrar acomodações à situação das licitações estará se colocando desde já como inadequada aos interesses de todos os profissionais, além dos arquitetos, que vivem de projetos e estudos de obras civis e de questões urbanas.

Tenham todos um bom dia.

Mario Yoshinaga

terça-feira, 27 de setembro de 2011

CAU - SENHAS ENVIADAS

SENHAS

Dos 106.030 endereços cadastrados no sistema CREA-confea, a partir do dia 26-09-2011 foram iniciados os envios das senhas pelo correio para os arquitetos.
As correspondências estão sendo enviadas via AR – Anotação de Recebimento. Na AR a pessoa que receber deverá registrar o nome da pessoa recebedora de forma legível.
As remessas normalmente previstas para serem entregues no prazo médio de 8 dias, devido a greve dos correios, poderá se atrasar para, segundo a previsão do próprio correio, 20 dias corridos.
Portanto, algumas senhas poderão chegar aos arquitetos 6 dias antes da eleição. Caso não recebam a senha, a sugestão da Coordenação das Camaras de Arquitetura é para que o arquiteto busque a sua correspondência na agencia do correio da sua cidade ou região.

No dia da eleição, 26 de outubro de 2011, à partir de zero horas, o arquiteto acessará o site www.votaarquiteto.com.br , e mudará a sua senha para se habilitar para a votação.

Só poderão votar os arquitetos registrados e com o cadastro atualizado nos arquivos do CREA-Confea.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CAU - ELEIÇÕES, ANTES E DEPOIS

Danya, que bom sentir esse entusiasmo seu e do seu grupo. Que bom saber que vc cultiva a amizade e nesse coletivo desenvolve seu relacionamento profissional de forma prazeirosa. Como li em algum lugar, quando se faz o que se gosta, não existe trabalho, mas sim atividades produtivas, onde produzir para os outros é também uma produção para si.

A eleição revela aspectos das pessoas que ficam desapercebidos em épocas normais. Percebe-se em algumas pessoas a doação do seu tempo em prol dos colegas menos dispostos a se exporem, ou com reduzida capacidade de oratória ou de expressão, levando-os a condição de observadores, e assim se realizarem como representantes desses colegas, intermediando os pensamentos, anseios, reclamações e reivindicações. Nessa intermediação e contato com muitas pessoas, acabam aprendendo e apreendendo aspectos da profissão e da vida, enriquecendo-se como pessoa e como profissional.

Outras pessoas tiram desse contato a habilidade de "fazer a cabeça" das pessoas, convencendo-as das ideias de seu interesse, aprendem a detectar os anseios, medos, pretensões e outras fraquezas das pessoas e dessas informações elaborar suas promessas e sonhos com as quais manterão essas pessoas sob o seu controle, e assim manter-se no Poder. Com o tempo, ficam inebriados pelo Poder, e passam a olhar as pessoas como parte de uma estatistica. O Poder vicia, e como todo vicio, ele supera a moral, a ética e a humanidade.

Acredito que vc e seu grupo, uma vez no Poder, saberão manter-se incólume ao seu virus.

Estamos em campanha, e toda sorte de informação de uma e outra chapa serão divulgadas. Será importante saber proteger-se de inverdades e acusações indevidas. Por outro lado, saber divulgar a sua chapa aos muitos colegas que estão afastados das entidades de classe e que nunca tiveram a oportunidade de conversar com os dirigentes dessas entidades, mostrando-lhes que o seu grupo estará no CAU acessível e disponivel. Assim, será importante que cada colega seja contactado face-a-face, ou por telefone, dando-lhe uma mostra dessa acessibilidade aos futuros dirigentes. Essa conquista será importante para essa eleição e para as outras que vierem a acontecer.

Tenham todos uma boa semana.

Mario Yoshinaga

domingo, 25 de setembro de 2011

CAU CONSELHO DE ARQ E URB . 25-09-2011

Está criado o meu novo blog.
www.cauconselhodearqeurb.blogspot.com

Este blog foi criado para "despoluir" o meu blog www.qualidadeurbana.blogspot.com que foi criado no intuito de guardar as minhas reflexões sobre arquitetura e urbanismo, recolhidas de e-mails, de postagens no facebook, orkut e outras paragens.
Mas o assunto das eleições do CAU tomaram tantas paginas que resolvi separar esse assunto momentaneamente intenso, e que deverá acalmar depois de 26 de outubro, com as votações pela Internet.
Aproveito, neste calmo domingo, onde uma tempestade de decisões se vislumbra no horizonte, mas que só pode se iniciar a partir de amanhã, portanto, ainda na calmaria. Estou em São Paulo, dia nublado, ameaçando chuva e ameaçando uma melhora de tempo na semana, pelo menos no tempo, mas ainda com nuvens.
Amanhã à noite estarei já em Florianopolis para uma reunião da SOEAA e da CCEARQ.
Na reunião da CCEARQ, coordenadoria das Camaras de Arquitetura, espera-se novidades na definição dos detalhes da eleição de 26 de outubro.
Esperemos que venham noticias positivas, pois estamos a pouco mais de 1 mes do pleito.
A eleição me fez sair da minha linha de conforto, primeiro por ser candidato pela chapa 1 para o conselho do CAU de São Paulo, e segundo por defender a multiplicidade de chapas, agora falando das eleições dos CAUs nos Estados. Com minha campanha, consegui que alguns estados evitassem a falta de chapas, limitando-se a chapas unicas. Nesses Estados, com a inscrição da chapa unica, no dia da inscrição, todos da chapa estavam eleitos.
O resultado das chapas inscritas nos Estados, resultou assim:
Chapas inscritas por Estados:
4 chapas............RS
3 chapas............AC,AL e GO
2 chapas............MA,MT,MS,PA,RO e SP
1 chapa...(Chapa Unica)..Demais estados e DF ( total 17)
Portanto, 21 com mais chapas e 17 com chapa unica.
Ainda bem que a maioria dos Estados não sucumbiu a essa manobra de chapa unicas, com a justificativa de chapa de consenso, chapa sem rivalidades, etc.
A verdade é que as chapas unicas acabam, pela própria natureza, facilitando o conchavo entre amigos, que define o cabeça da chapa,os principais formadores, os simpatizantes, os cordatos com visibilidade na comunidade ( mesmo sem muita expressão politica)e com ligar reservado para os eventuais adversários que são convidados a integrar a chapa para não formar chapas opositoras, mas nada garante a esses convidados que terão os mesmos ou melhores tratamentos dentro do grupo.
A chapa unica garante assim que as oposições se desmantelem, pois uma vez que passem a integrar esse grupo, ao tentar formar uma oposição será denunciado como pessoa sem confiança, enfim, um traidor em quem não se deve confiar.Se fosse na mafia, só sairia morto.
Mas minha posição de ser contrário a chapa unica é apenas uma visão localizada, pois no sentido mais amplo, entendo que precisamos praticar o exercicio da democracia sempre que preciso, e a nossa cultura nacional carece muito disso para que os governos melhorem. Por outro lado,tanto as instituições privadas como as instituições publicas estão crescentemente mancomunadas com a corrupção, aproveitando-se da impunidade propiciada pela legislação e os tribunais.
Na minha visão as OnGs que deveriam manter-se independente dos governos e das empresas, tem sido manipuladas a ponto de serem utilizadas como meios de abrir os cofres publicos dentro dos parametros legais, contaminando-se pela corrupção, e assim atraindo como dirigentes pessoas mal intencionadas.
As OnGs precisam recuperar a dignidade de serem independentes e impermeáveis aos interesses de pessoas sem escrupulos que as utilizam como meios de encobrir suas ações desonestas.
Dentro dessa visão, cada cidadão deveria arregaçar as mangas e cuidar das OnGs que estejam ao seu alcance, e no meu, e nosso caso, temos as entidades profissionais como o IAB, ABEA, AsBEA, ABAP, FNA, Sindicatos, Associações profissionais e agora o CAU. Dentre todoas, o CAU é o mais forte, pois nasce com os recursos de pagamentos obrigatorios dos profissionais arquitetos para que não sejam processados por exercicio ilegal da profissão. No caso de São Paulo, nasce com orçamento de 30 a 40 milhões de reais, e isso gera a cobiça de muitos colegas que dirigem entidades profissionais, algumas com orçamentos deficitarios e outras com alguns poucos milhões. O CAU seria unir o util com o agradavel, isto é, unir o prestigio de ser dirigente de entidade profissional, mas com muito dinheiro em caixa, e com entrada continua de dinheiro de uma "clientela cativa", na expressão comercial, pois não tem alternativa de se registrar em outro conselho, e também não tem a alternativa de deixar de se registrar no CAU, pois ficaria na ilegalidade.
O caixa do CAU vai depender da coleta do dinheiro de anuidades e de registros de RRT, acervos, etc., sendo que a de anuidades gera em torno de 70% e as RRT em torno de 20% do total da arrecadação.
É importante que uma entidade dessa não caia nas mãos de pessoas que irão decidir como fiscalizar o exercicio da profissão, para que leigos não atuem com impunidade, e profissionais não concorram no mercado de forma irresponsavelmente fora da realidade de custos e de qualidade dos serviços.
A multiplicidade de chapas precisa desde esta primeira eleição, se firmar e ser ampliada com o tempo, dando chances a formação de chapas segundo as atividades diversificadas do arquiteto, como a de planejamento urbano, desenhos urbano, paisagismo, arquitetura de interior ( ou decoração), especificação e documentos contratuais, técnicas retrospectivas e patrimonio, professor, cadistas, consultor, construtor, etc.
Precisamos sair do estereotipo de que apenas os "coroneis" da arquitetura, composto pelos donos dos grandes escritorios, os arquitetos condecorados, os arquitetos titulares mestres e doutores e pós-doutores e livres-docentes, os autores de livros, os arquitetos de grife, etc., sejam os unicos credenciados a dirigirem as entidades profissionais, muito menos o CAU, cujas origens destina-se a fiscalizar o exercicio profissional, e que se estende a proteger a sociedade do mau profissional ou da atuação de leigos na area de arquitetura e urbanismo.
Precisamos deixar que pessoas com coragem assumam o compromisso de falar pelos profissionais em assuntos que são se suma importancia para a valorização profissional, como a questão do salario minimo, a existencia de cargos para arquitetos e urbanistas nos governos e de planos de carreira, a existencia obrigatoria de todos os governos municipais de terem arquitetos e urbanistas, mesmo que em periodo de 20 horas semanais, o sombreamento de atividades do arquiteto e do engenheiro em projetos de arquitetura, a falta de conselhos deliberativos em todas as instancias de governo para assuntos de urbanismo e de planejamento estrutural, independentemente de ter Planos Diretores, de qualificação profissional para o registro e exercidio responsavel, e muitos outros assuntos.
Precisamos de vontade politica dos dirigentes de assumir maior atenção ao urbanismo, se realmente quizer zelar pela segurança e reduzir os desperdicios das cidades.
Enfim precisamos que o CAU inicie com muita vontade de ter uma casa própria organisada e com uma população qualificada, bem remunerada condizente com essa qualificação, e ser rigorosa com a ilegalidade, inclusive da sua propria diretoria e conselho.
Mario Yoshinaga